
O Dia Mundial dos Direitos do Consumidor, celebrado a 15 de março, recorda a importância de estar informado e protegido num mercado em constante evolução.
Conhecer os direitos do consumidor é essencial para transações seguras e justas, promovendo uma relação de confiança entre quem compra e quem vende.
Sem normas que protejam o consumidor, as transações poderiam ser caóticas.
Os direitos do consumidor em Portugal são um conjunto de normas e princípios que visam proteger o comprador, que acaba por ser a parte mais vulnerável numa relação comercial.
Segundo a Direção-Geral do Consumidor, estes direitos garantem que os cidadãos tenham acesso a bens e serviços de qualidade, proteção contra práticas abusivas e mecanismos de reparação caso algo não corra como o esperado.
Estes direitos não são apenas teóricos, formam a base de uma economia saudável e transparente.
Neste sentido, a legislação do direito do consumidor assegura o respeito pela liberdade de escolha e a salvaguarda da segurança física e económica de quem compra.
Em Portugal, a base jurídica fundamental é a Lei n.º 24/96, de 31 de julho, conhecida como a Lei de Defesa do Consumidor.
Este diploma estabelece o regime jurídico aplicável à defesa dos consumidores, definindo as obrigações dos profissionais e os meios de proteção aos quais o cidadão pode recorrer.
Além da lei base, existem decretos-lei complementares que regulam áreas específicas, como as garantias de bens de consumo e os contratos celebrados à distância.
Esta estrutura legislativa, também referenciada no Guia dos Direitos do Consumidor, é essencial para manter o equilíbrio no mercado nacional e garantir que as empresas, como a Unifardas, operam num ambiente de lealdade competitiva.

Tal como acontece na legislação sobre uniformes de trabalho, o direito do consumidor em Portugal é sempre associado a deveres.
Ou seja, a relação de consumo é bilateral: ambos têm direitos e deveres que garantem o equilíbrio.
A seguir, enumeramos alguns direitos e deveres previstos na Lei de Defesa do Consumidor.
Para evitar problemas futuros e garantir uma experiência de compra positiva, existem alguns cuidados simples a ter em conta. Estas 5 dicas práticas podem fazer toda a diferença ao fazer compras.
Parece simples, mas não se deve apenas focar no valor final do produto ou artigo. Para uma maior longevidade, é essencial pensar na qualidade dos materiais e nos serviços de apoio ao cliente oferecidos.
Embora alguns comprovativos sejam enviados por e-mail, sendo difícil a sua perda, a maioria das faturas ou recibos de compra são entregues em formato papel.
É fundamental guardar sempre o comprovativo da compra, sendo um documento imprescindível para exercer o direito à garantia ou efetuar trocas.
Saber os direitos do consumidor é importante, mas também é crucial o conhecimento dos deveres. Antes de qualquer pagamento, confirme se a loja aceita devoluções por desistência.
Isto é particularmente importante em lojas físicas, onde a lei não obriga à troca se o produto não tiver defeito.
Esta estratégia aplica-se às compras online. É fundamental verificar se o site é seguro e fidedigno, utilizando métodos de pagamento protegidos.
Optar por marcas com histórico comprovado no mercado é uma garantia de segurança, bem como de durabilidade e qualidade do artigo.
O feedback de consumidores anteriores pode ajudar nesse sentido, dando-lhe uma ideia do que pode esperar se comprar algo daquela empresa.

Embora a maioria dos consumidores saibam os seus direitos, muitas vezes é difícil colocá-los em prática.
Neste sentido, sabia que:
A longevidade de uma marca no mercado está frequentemente ligada à forma como respeita os direitos e os deveres dos seus clientes.
Isto demonstra que a sustentabilidade de um projeto empresarial depende da confiança mútua e do cumprimento rigoroso das normas de proteção ao consumidor.
Ao longo de 30 anos no setor do vestuário de trabalho, a Unifardas tem mantido o compromisso com os direitos do consumidor e com a entrega de produtos de qualidade. Esta postura reforça a ideia de que o sucesso comercial não tem de comprometer a integridade das relações de consumo.
Ao manter o foco na educação para o consumo, os cidadãos acabam por estar mais capacitados, tornando-se mais exigentes. Como consequência, as empresas também são mais responsáveis.
Por isso, conhecer os seus direitos e ter cuidados ao comprar garante transações seguras e satisfatórias.
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